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Novo material rodoviário derivado de algas reduz emissões de carbono e rachaduras

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Os pesquisadores desenvolveram um material rodoviário mais resistente e duradouro a partir de uma fonte inesperada: algas. Os óleos de algas microscópicas podem substituir alguns dos ligantes à base de petróleo utilizados no asfalto, tornando as superfícies pavimentadas mais flexíveis, duráveis ​​e mais ecológicas.

A pavimentação tradicional depende de betume, um material à base de petróleo bruto que une areia e rochas. Embora o betume permita que as estradas se expandam no calor e se contraiam no frio, torna-se quebradiço quando as temperaturas descem, provocando fissuras que se espalham sob o tráfego e a humidade.

Para superar esse problema, os pesquisadores usaram modelagem computacional para analisar quais óleos de algas eram capazes de se misturar bem com os sólidos do asfalto e permanecer funcionais em condições de congelamento. Um gênero se destacou. O óleo da microalga verde de água doce Haematococcus pluvialis apresentou a maior resistência à deformação permanente sob estresse de tráfego simulado.

Também proporcionou melhor proteção contra danos relacionados à umidade, que é um dos principais contribuintes para a formação de buracos. Os investigadores estimam que a substituição de apenas 1% do ligante à base de petróleo por material derivado de algas poderia reduzir as emissões líquidas de carbono do asfalto em 4,5%.

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