LONDRES (AP) – A pressão está aumentando sobre o ex-príncipe Andrew para testemunhar perante um comitê do Congresso dos EUA que investiga o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein, depois que o primeiro-ministro britânico disse que ele deveria testemunhar.
Keir Starmer, Rei George III. Ele recusou-se a comentar diretamente sobre o desgraçado irmão mais novo de Charles, mas disse aos jornalistas que viajavam com ele para a cimeira do Grupo dos 20 em Joanesburgo que, como “princípio geral”, as pessoas deveriam fornecer provas aos investigadores.
“Não estou comentando sua situação específica”, disse Starmer. “Mas o princípio geral que defendo há muito tempo é que qualquer pessoa que tenha informações sobre tais casos deve disponibilizar essas provas a quem delas necessita”.
O ex-príncipe, agora conhecido como Andrew Mountbatten-Windsor, ignorou até agora um pedido dos membros do Comitê de Supervisão da Câmara para uma “entrevista transcrita” sobre sua “amizade de longa data” com Epstein. Andrew foi destituído de seus títulos e honras reais no mês passado, enquanto a família real tentava isolá-lo das críticas sobre seu relacionamento com Epstein.
Os comentários de Starmer foram feitos depois que o principal democrata do comitê, o deputado Robert Garcia, da Califórnia, e o deputado democrata Suhas Subramanyam, da Virgínia, disseram que Andrew “continua a se esconder” de questões sérias.
“Com ou sem ele, o nosso trabalho avançará e responsabilizaremos todos os envolvidos nestes crimes, independentemente da sua riqueza, estatuto ou partido político”, afirmaram num comunicado divulgado sexta-feira. “Garantiremos justiça aos sobreviventes”



