Os investigadores combinaram a inteligência artificial (IA) com a física de alta resolução para criar o primeiro modelo da Via Láctea que rastreia mais de 100 mil milhões de estrelas individualmente ao longo de 10.000 anos de evolução.
A IA deles aprendeu como o gás se comporta após uma supernova. O resultado é uma simulação centenas de vezes mais rápida que os métodos existentes.
A equipe alcançou esse marco ao combinar inteligência artificial com técnicas avançadas de simulação numérica.
Seus modelos contêm 100 vezes mais estrelas e foram criados 100 vezes mais rápido do que as simulações anteriores mais complexas.
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