À medida que estrelas como o Sol consomem o seu hidrogénio, elas começam a expandir-se e a arrefecer, transformando-se em gigantes vermelhas. Espera-se que esta mudança dramática no Sol ocorra em aproximadamente cinco bilhões de anos. Os cientistas acreditam que esta expansão poderá destruir Mercúrio, Vénus e possivelmente a Terra, mas até agora há poucas evidências diretas que confirmem exatamente como isso acontece ou se irá acontecer.
Agora, um estudo liderado por investigadores da Universidade de Warwick e da UCL lançou uma nova luz sobre o destino dos planetas que orbitam estrelas envelhecidas. Ao analisar quase meio milhão de sistemas estelares próximos, a equipa tentou compreender com que frequência os planetas sobrevivem quando as suas estrelas hospedeiras colapsam e se transformam em gigantes vermelhas.
As suas descobertas sugerem que os planetas são muito menos comuns em torno das estrelas nesta fase final da vida; Isto sugere que muitos mundos em órbita próxima provavelmente perecerão à medida que as suas estrelas se expandem, fornecendo fortes evidências observacionais de uma dramática morte planetária. Este fenómeno tem sido discutido há muito tempo na teoria, mas o seu efeito pode agora ser observado diretamente numa grande população de estrelas.
Esta história foi importada de um feed de terceiros, agências. Midday não aceita nenhuma responsabilidade pela confiabilidade, confiabilidade, confiabilidade e dados do texto. Mid-day management/mid-day.com reserva-se o direito de alterar, excluir ou remover conteúdo (sem aviso prévio) por qualquer motivo, a seu exclusivo critério.



