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Coligação assina garantias de segurança da Ucrânia com acordo de apoio dos EUA

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A Grã-Bretanha e a França assinaram uma declaração na terça-feira comprometendo-se a enviar tropas para a Ucrânia como parte de um futuro acordo de paz e garantias de segurança apoiadas pelos Estados Unidos e parceiros aliados.

A declaração, adoptada em Paris pela Coligação dos Dispostos, estabelece o que os líderes dizem ser um quadro para uma paz duradoura entre a Ucrânia e a Rússia, determinada pelos princípios do direito internacional e pela Carta das Nações Unidas.

A invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia em 2022 desencadeou o maior conflito na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.

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A Coligação de Voluntários, com o apoio dos EUA, assinou um acordo de segurança ucraniano que estabelece uma força multinacional e um mecanismo de monitorização do cessar-fogo. (Yoan VALAT/HAVUZ/AFP via Getty Image)

O novo acordo afirma que a soberania e a capacidade de defesa da Ucrânia são elementos inegociáveis ​​de qualquer acordo de paz e adverte que a autodefesa da Ucrânia é essencial para a sua própria segurança e para uma estabilidade euro-atlântica mais ampla.

De acordo com o plano, uma força multinacional será enviada para a Ucrânia depois de alcançado um cessar-fogo para dissuadir qualquer agressão russa e apoiar a reconstrução do exército ucraniano.

A força será liderada pela Europa, com apoio oferecido pelos EUA

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Um quadro de acordo de paz ucraniano com garantias de segurança vinculativas e apoio internacional contra a Rússia foi anunciado por Macron, Starmer e Zelenskyy. (Tom Nicholson/Imagens Getty)

A declaração também compromete a Coligação a fornecer garantias de segurança que entrarão em vigor após o início do cessar-fogo.

Estes incluem compromissos de apoiar a Ucrânia militarmente, diplomaticamente e economicamente no caso de um futuro ataque armado por parte da Rússia.

Os planos para um mecanismo sustentado de monitorização e verificação do cessar-fogo liderado pelos EUA, com o contributo dos parceiros, delineiam um papel fundamental dos EUA.

Os Estados Unidos participarão numa comissão especial para gerir as violações do cessar-fogo, atribuir responsabilidades e determinar soluções.

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Steve Witkoff e Jared Kushner participam de reuniões com o presidente russo Vladimir Putin no Palácio do Senado do Kremlin, em Moscou, em 2 de dezembro de 2025. (Alexander Kazakov, Sputnik, foto da piscina do Kremlin via AP)

Os membros da coligação também concordaram em continuar o apoio militar a longo prazo à Ucrânia e prometeram cooperação em matéria de defesa, incluindo formação, produção de defesa e partilha de inteligência.

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Os líderes também anunciaram o estabelecimento de uma célula permanente de coordenação EUA-Ucrânia-Coligação na sede da Coligação em Paris.

A declaração foi anunciada numa conferência de imprensa conjunta pelo presidente francês Emmanuel Macron, pelo presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy e pelo primeiro-ministro britânico Keir Starmer.

Isto seguiu-se a conversações em Paris com a presença de Jared Kushner e do enviado especial dos EUA Steve Witkoff.

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