É comum no esporte um jogador dar um presente a um companheiro em troca dos direitos a um determinado número de camisa quando ele muda para um novo time. Mas e se o número que um jogador deseja pertencer a um mascote?
Aparentemente a mesma coisa.
Artemi Panarin foi negociado com o Los Angeles Kings pouco antes do intervalo olímpico, com o veterano tentando adotar a camisa 72 que ele usava quando entrou na liga com o Chicago Blackhawks.
Só havia um problema: o mascote dos Kings, Bailey, também já usa o número. A razão? “Porque faz sempre 72 graus em Los Angeles.”
Assim, seguiu-se uma negociação de números.
Panarin usará o número 72 e Bailey receberá um Rolex.
Nossos 72 🖤 pic.twitter.com/mdthCYTJmm
-LA Kings (@LAKings) 25 de fevereiro de 2026
O “acordo” acabou sendo vantajoso para Bailey. Como o mascote nunca estará no gelo ao mesmo tempo que Panarin, ele continuará usando o número 72 nas arquibancadas.



