O Líbano cumpre um dia de luto na quinta-feira, após os piores ataques que o país já viu desde o início da guerra, que a comunidade internacional diz que corre o risco de pôr em risco o frágil cessar-fogo entre o Irão e os Estados Unidos, que está no seu segundo dia.
Num comunicado de imprensa emitido pelo seu porta-voz, o secretário-geral da ONU, António Guterres, confirmou que os ataques israelitas ao Líbano representam um “sério perigo para o cessar-fogo e para os esforços para uma paz duradoura e geral na região”.
Um dia depois de anunciar um frágil cessar-fogo de duas semanas entre os Estados Unidos e o Irão, o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que os militares americanos permanecerão estacionados perto do Irão até que um “acordo real” seja totalmente implementado.
No entanto, o presidente norte-americano afirmou que era “altamente improvável” que um acordo fosse alcançado e implementado.
A retoma do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, uma rota estratégica de abastecimento global de hidrocarbonetos, é um dos pontos de discórdia no centro das conversações que terão lugar no Paquistão na sexta-feira ou no sábado.
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