Uma menina britânica de 22 anos morreu depois que os profissionais de saúde não conseguiram detectar a gravidez durante várias visitas ao pronto-socorro, descobriu um inquérito forense.
Zoe Tighe foi internada no Hospital James Paget, na Inglaterra, quatro vezes entre abril e junho de 2023, reclamando de dores abdominais. De acordo com o Daily Mail, ela foi tratada de uma infecção do trato urinário sem teste de gravidez todas as vezes.
Erro de diagnóstico
Duas semanas depois da última visita, a jovem desmaiou em casa. A mulher, que estava internada em estado crítico, foi diagnosticada com sepse. Posteriormente, um ultrassom revelou que ela estava grávida de 14 semanas, mas o feto já havia morrido.
A jovem, que foi transferida para outra instituição, sofreu múltiplos infartos logo após o nascimento. Ele morreu em 26 de junho de 2023.
Negligência condenada
Durante a investigação, sua mãe denunciou os cuidados inadequados, acreditando que os médicos se concentraram demais no histórico de consumo de cetamina de sua filha. Este último sofria de problemas urinários crónicos especificamente relacionados com esta substância.
Sua mãe, Jane, reclamou especificamente que a equipe do hospital “não olhou além do uso de cetamina” e “não tentou determinar se havia algo mais errado”.
Segundo a família, foi exigido um teste de gravidez simples na primeira consulta, como é prática médica padrão.
A causa provisória da morte sugere sepse devido a infecção do trato urinário, juntamente com outros fatores.
O inquérito judicial responsável por apurar se erros médicos contribuíram para a morte da jovem deverá ser concluído esta quinta-feira.



