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A política de sua libertação são expectativas para El Intransigent

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O governo venezuelano anunciou a libertação de mais 116 pessoas nesta segunda-feira Prisioneiros políticos E o gendarme argentino renovou a esperança em relação à situação Nahuel Gallo. Tanto que foi libertado na Argentina e privado de liberdade na prisão por mais de um ano. Rodeio 1Uma mensagem foi enviada a sua família e a todos os argentinos enquanto se aguarda sua condição Venezuela.

“Por um parente (outro prisioneiro) Ele disse que estava bem e mandou embora. Tudo ainda está pendente. Ele expressou preocupação por estarem lutando por ele e por não saber como as coisas estão acontecendo aqui. Maria e eu somos responsáveis ​​por lhe enviar esta informação”, informou sua advogada Yalitza García à Rádio Rivadavia.

Assim, Nahuel Gallo voltou a ter contato mínimo com o mundo exterior e enviou uma mensagem de apoio aos seus familiares, esperando que fosse libertado nas próximas horas. Isso exige que iniciemos visitas no presídio onde ele se encontra, para que, caso perca a liberdade, possa ter contato com um familiar próximo.

Como é lançado Nahuel Gallo?

Considerando que é estrangeiro e que a Argentina não tem embaixada na Venezuela, a libertação do gendarme teria um papel especial, disse seu advogado. «Com Nahuel será uma repatriação, mas os venezuelanos libertados recebem sanções, não liberdade total. E está sendo cumprido, ninguém se manifestou”, esclareceu.

“O povo venezuelano não é assim. Acho muito desamparado e uma pena que este governo esteja fazendo isso com Nahuel porque ele está de férias”, lamentou Garcia sobre a situação em Caracas, Argentina.

Venezuela libertará 116 presos políticos

As autoridades venezuelanas, através de comunicado divulgado pelo Ministério do Poder Popular do Serviço Penitenciário, anunciaram que 116 presos políticos recuperariam a liberdade, criando expectativas de que Nahuel Gallo e German Giuliani seriam libertados.

“Nas últimas horas foram concluídas 116 novas libertações, somando-se às 187 concedidas no mês de dezembro de 2025”, anunciam no texto, fruto do trabalho conjunto entre as instituições que compõem o sistema de justiça.

O ministério afirmou que os beneficiários foram privados de liberdade por “factos que alteram a ordem constitucional e ameaçam a estabilidade do país”. No entanto, as organizações internacionais salientam que a maioria destes casos corresponde a detenções arbitrárias ligadas a protestos, militância política ou atividades antigovernamentais.



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