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Santa Fé estendeu estado de emergência agrícola até o final de fevereiro devido à seca

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A extensão atinge as regiões do departamento 9 de Julio e proporciona isenção fiscal aos produtores afetados.

O seca Isso foi espancado Norte de Santa Fé Continuação das atividades agrícolas e extensão forçada das medidas de socorro.

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Neste quadro, o governo provincial ordenou a extensão Declaração de emergência e/ou desastre agrícola 9 Para os distritos do Departamento de De Julio, uma decisão de continuar a produção e aliviar a situação dos produtores mais afetados.

Essa medida foi formalizada pelo Decreto nº 3.184/25 e prorroga a vigência do regime extraordinário De 1º de setembro de 2025 a 28 de fevereiro de 2026.

Tem abrangência territorial As cidades de Santa Margherita, San Bernardo, Villa Minetti, Pozzo Borrado, Tostado, Logroño, Campo Gare, Esteban Rams e Montefiore. Enquanto isso, foram excluídos Gato Colorado e Gregoria Pérez de Denis, onde foram confirmadas melhorias nas condições de produção.

O Ministério do Desenvolvimento Produtivo indicou que a decisão foi uma resposta ao efeito persistente e cumulativo da escassez de água na produção agrícola e pecuária. Nesse sentido, sublinharam que o objectivo central é fornecer ferramentas que permitam mitigar os efeitos da seca numa das regiões mais vulneráveis ​​da província.

Ministro do Desenvolvimento Produtivo, Gustavo PucciniA extensão reforça o apoio ao setor agrícola e enfatiza a importância da transparência na gestão para que os produtores possam manter a previsibilidade e beneficiar dos benefícios proporcionados pela regulamentação atual.

Em relação aos procedimentos, o governo lembrou que o procedimento é totalmente digital. Produtores que já possuem certificados Emergência agrícola Eles entram automaticamente em estado de desastre sem exigir ações adicionais. Aqueles já classificados como desastre continuarão isentos de qualquer nova lei administrativa.

Por sua vez, aqueles que ainda não apresentaram declaração de indenização e desejam receber benefícios deverão iniciar o processo por meio do Sistema Santa Fé de Gestão de Emergências Agropecuárias (Sisagueya) por meio do formulário digital pertinente. No caso de produtores apícolas, a demonstração deverá ser feita através de sistema de suporte em pronto-socorro agrícola específico.

As regras estabelecem o prazo de 29 de janeiro para a conclusão dos depoimentosEmbora autorize o Ministério do Desenvolvimento Produtivo a prorrogar o período se as circunstâncias o justificarem. Paralelamente, o Ministério da Agricultura e Pecuária é responsável pela elaboração e atualização semanal do cadastro único de produtores em situação de emergência ou calamidade, que é divulgado através de resoluções oficiais.

Entre os principais benefícios fiscais, a prorrogação prevê o adiamento dos vencimentos do imposto imobiliário para titulares de certificados emergenciais, enquanto os produtores em situação de calamidade terão acesso ao perdão do diferimento para 2025 e início de 2026. Além disso, poderá ser concedido reembolso ou crédito fiscal para os valores pagos.

Por fim, a medida suspenderá por 180 dias os julgamentos e processos administrativos ligados à arrecadação de impostos, disposição que visa aliviar a carga financeira num contexto marcado pela seca e pela incerteza climática.

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