O Governo Nacional está a preparar um dos seus principais programas para o período da Assembleia Geral Congresso Nacional E planejando editar Lei de Saúde Mental Atualmente em execução. A iniciativa do partido no poder tem em conta a perspectiva dos familiares dos pacientes, dos profissionais e das forças de segurança.
Este projeto começou Lei Básica e orientou a criação de centros especiais e a possibilidade de internação involuntária. Segundo La Nación, esta foi uma das principais reclamações das fontes consultadas para a elaboração da nova lei. Apesar dos esforços do governo, este trecho foi omitido do projeto sancionado em 2024.
? #Agora | O governo insiste na implementação de alterações à Lei de Saúde Mental durante as sessões regulares:
?? O Poder Executivo quer reescrever as regras, permitindo que juízes autorizem a internação de pacientes em alguns casos. pic.twitter.com/T3xhS2duXK
– Aviso 140? (@Alerta140) 25 de dezembro de 2025
«Voltamos ao que deveríamos ser. Deveríamos voltar atrás e fazer algo semelhante à lei anterior«, extraem do poder executivo. A atual Lei de Saúde Mental data de 2010 e é a segunda vez que é administrada Xavier Miley Tente editá-lo.
Experimento de Lei Básica
A primeira tentativa ocorreu na Lei de Bases, onde foi proposta a alteração de oito artigos das normas. Entre as mudanças está euA internação deverá ser realizada em “instituições apropriadas”.. Atualmente, a internação é feita em hospitais gerais e as tentativas de retorno às instituições especializadas durante o debate são consideradas “atrasadas”. Da mesma forma, foi levantada a proibição da criação de novos asilos, hospitais neuropsiquiátricos e instituições monovalentes, públicas e privadas.
Problema de hospitalização voluntária
Na mesma iniciativa Proposta de Hospital Involuntário, Permite que os juízes decidam sobre a internação mediante avaliação interdisciplinar prévia (em casos graves, podem pular as avaliações diretas) e os defensores oficiais se opõem à alta.
É um dos serviços mais solicitados pelos familiares dos pacientes e pelas forças de segurança, pois a falta de vontade dos pacientes dificulta o internamento. As forças de segurança apoiaram o projeto, citando cenários que normalmente envolvem pessoas que sofrem de problemas psicológicos.



