Início ESPECIAIS PJ inicia sua estratégia contra as reformas de Miley

PJ inicia sua estratégia contra as reformas de Miley

37
0

Conselho Nacional da PJ retomou atividades para avaliar progressos Reformas de Xavier Miley. A reunião contou com Maximo Kirchner e líderes de todo o país. O objetivo é ocupar cargos em um ambiente político tenso. Segundo fontes partidárias, o debate deverá continuar e abrir-se a novas divergências.

Estratégia da PJ contra as reformas de Miley

O Conselho Nacional da PJ reuniu-se esta terça-feira na sede do Mathew. Foi a primeira reunião após a derrota do Legislativo em 26 de outubro. Os líderes querem fazer uma discussão interna e chegar a um acordo sobre uma estratégia comum para tratar dos projetos que o governo envia ao Congresso.

Os referentes concordaram que o contexto exigia uma posição clara e coerente. Maximo Kirchner participou da reunião e destacou a convocação. “É bom ter você aqui, você está sempre cuidando e ajudando sua colega Christina”, disse aos presentes. A sua mensagem combinou um gesto de gratidão e um gesto para com o ex-presidente.

Kirchner também falou sobre a situação financeira. Ele disse que a saída exigiu “esforço, criatividade e coragem”. Além disso, sugeriu que transformar o processo numa “vitória política sustentável na governação” seria um desafio.

As reformas trabalhista e tributária foram discutidas nesta reunião. Também é analisado o orçamento para 2026, que é uma das iniciativas centrais que o governo tenta aprovar durante as eleições extraordinárias. A PJ espera que estes projetos tenham um forte impacto no emprego e na atividade.

Orçamento, reformas e relações com governadores

A reunião da PJ ocorreu numa altura em que o governo avançava com as suas próprias reuniões com governadores. O ministro do Interior, Diego Santilli, recebeu vários líderes para apoiar o orçamento de 2026. Ele também buscou apoio para as reformas que Xavier Mili deseja aprovar na segunda metade do mandato.

Os governadores peronistas foram excluídos dessa rodada de negociações. Axel KisiloffRicardo Quintela, Gildo Infran e Gustavo Melella não foram convidados para a Casa Rosada. Na PJ leram aquela decisão como um sinal político. Eles acreditam que o governo deveria negociar apenas com os sectores mais íntimos e deixar de fora as províncias mais críticas.

Para o peronismo, esta exclusão reforça a necessidade de agir de forma unificada. O Blockhead do Senado Jose Mayans convocou outra reunião para esta quarta-feira. O objetivo é definir a posição do legislativo e conduzir o trabalho parlamentar.

O final do encontro em Mateus deixou um pensamento claro. PJ tenta reorganizar-se para negociar uma posição mais forte. Ele opinou que o ambiente político é frágil e que o governo ainda precisa de acordos não garantidos.

Source link