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“Devemos entrar numa nova fase”

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Martin Redrado passou A cornija E a Argentina diz que precisa de um novo participante estágio de Sistema econômico. Segundo ele, esta fase deverá ser mais otimista e criar maiores expectativas do macro em relação à economia real.

O economista destacou que a base desta fase Saldo orçamentário ou superávit fiscalIsto nos permite criar um modelo inclusivo e sustentável para todos os argentinos.

Quatro Pilares do Crescimento Integrado

Martin Redrado Explicou que são necessárias medidas para fortalecer o sistema macroeconómico Quatro pilares: Finanças, Monetário, Cambial e Financeiro. enfatizou a importância de Reduzir as taxas de jurosIncentivar o investimento e o emprego, especialmente para as pequenas e médias empresas.

Além disso, apontou a necessidade Um programa abrangente Abrange quatro vetores centrais:

  1. Revolução Fiscal: Reduzir a carga tributária para aumentar a competitividade.
  2. Revolução Logística: Otimize rotas, pedágios e hidrovias para reduzir custos de transporte.
  3. Revolução Monetária: Reduz as taxas de juros e facilita o acesso ao crédito.
  4. Revolução Federal: Promover o desenvolvimento equilibrado em todas as regiões do país.

Investimento público e financiamento internacional

Redrado explicou que muitas dessas reformas exigem investimentos, que poderiam vir de fundos públicos Concessões privadas Em rodovias e trilhas. Ele também destacou o papel das instituições multilaterais como Banco Interamericano de Desenvolvimento E o Banco MundialE menciona uma nova instituição americana, The Corporação Financeira de DesenvolvimentoDisposto a investir na América Latina.

Uma Análise do Tratado Argentina-EUA

O economista também mencionou Acordo Mútuo de Comércio e Investimento Assinado entre Argentina e Estados Unidos na última quinta-feira. Em conversa com Luis Mazul A cornijaRedrado considerou o negócio “desequilibrado” em termos comerciais e “promissor” em termos de investimentos.

Segundo ele, de 16 pontos do acordo12 A Argentina deve ceder, incluindo a redução das tarifas sobre produtos químicos, farmacêuticos e automóveis. Há apenas um desconto perceptível para o país CalosExiste a possibilidade de ampliar a cota para 80 mil toneladas, tema ainda em discussão.

Martin Redrado Resumo: “Na minha opinião, é um acordo desequilibrado em termos comerciais e promissor em termos de investimentos”E sublinha que a estratégia económica deve contemplar estas possibilidades sem descurar o investimento produtivo macro e local.

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