O advogado Tomas Figueroa e o secretário sindical dos comerciários, Victor Paz, participaram de um programa de rádio para analisar o alcance do projeto de reforma trabalhista promovido pelo governo nacional.
Na última edição da Liberdade de opiniãoA discussão acima Reforma trabalhista proposta pelo governo de Javier Milie O eixo da troca extrema entre Thomas FigueroaAdvogado e ex-candidato ao Senado por La Libertad Avanza em Santiago del Estero, e Victor PazSecretário Sindicato dos Empregados Comerciais. Os dois convidados analisaram o impacto das reformas no emprego, no investimento e nos direitos dos trabalhadores.
Clique aqui para entrar no canal WhatsApp do Diario Panorama e manter-se informado
Figueroa Apoiou as directrizes centrais do projecto e sustentou que o país necessita de uma “profunda modernização do sistema de trabalho” para atrair investimentos e criar emprego formal. Nesse sentido, explicou, “a legislação atual tem mais de 50 anos e não responde às novas formas de produção nem à realidade das PME”. Segundo ele, a iniciativa do governo “busca dar flexibilidade sem retirar direitos” e afirma que “a mudança é necessária se quisermos fugir da informalidade que atinge milhões de argentinos”.
Até o ex-candidato Libertário enfatizou a importância Rever o sistema de remuneração e acordos coletivos“Deve haver ferramentas que facilitem o trabalho e não intimidem o empregador”, afirmou. Além disso, destacou que o projeto “não elimina a lei do contrato de trabalho, mas adapta-a à economia moderna”.

Por sua vez, Victor Paz Preocupado se é possível Um retrocesso nos direitos trabalhistas Ela decorre da reforma. “Houve décadas de sucesso e hoje existe um risco se a flexibilização avançar sem garantias claras”, observou. O dirigente sindical alertou que “não podemos falar de liberdade se o trabalhador perde estabilidade e proteção no despedimento”.
Paz afirmou que as organizações sindicais “não são contra o progresso nem a modernização”, mas sublinhou que “todas as mudanças devem ser feitas sem sacrificar o diálogo, o respeito e os direitos conquistados”. Além disso, “as PME também precisam de previsibilidade, e isso não pode ser alcançado através do enfraquecimento da negociação coletiva, mas sim através do fortalecimento do consenso”, lembrou.
Durante a discussão, ambos concordaram que o sistema trabalhista da Argentina precisa ser atualizado Varia em forma e escopo de mudanças. Enquanto Figueroa defendeu uma transformação profunda para “restaurar a cultura do trabalho e do investimento”, Paz enfatizou a necessidade de “preservar o equilíbrio entre produtividade e justiça social”.



