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Racing adotou programa para erradicar racismo, discriminação e xenofobia

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Racing assinou acordo de adesão com o Centro Simón Wiesenthalonde reforça o seu compromisso com a luta contra o racismo, a discriminação e a xenofobia no desporto.

Conforme anunciou o presidente do clube argentino, Diego Milito, a instituição Avellaneda adotará este programa de 11 pontos contra formas de exclusão social, fortalecendo assim seu trabalho pelo respeito e pela convivência.

Esta iniciativa propõe uma série de medidas destinadas a erradicar a discriminaçãotanto nas arenas como na vida institucional dos diversos clubes de futebol.

Diego Milito com Ariel Gelblung

Um desses objetivos é condenar publicamente quaisquer cantos, cartazes, símbolos ou comportamentos racistas, xenófobos, discriminatórios e até neonazistas em qualquer partida esportiva em que a instituição esteja envolvida.

Junto com isso, os assinantes serão obrigados a assinar uma declaração concordando em não participar dessas ações. Se este compromisso for quebrado, é motivo suficiente para cancelar a assinatura.

Compromete-se também a impedir a divulgação e divulgação deste tipo de material na arena e seu entorno, a retirar quaisquer banners ou cartazes com o referido conteúdo e a trabalhar em conjunto para desenvolver planos para prevenir estas expressões de intolerância.

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Cilindro Avellaneda

“Celebramos a decisão do Racing, que mostrou que, além da sua grandeza desportiva, é também um exemplo a seguir pelos restantes clubes na forma de enfrentar seriamente os problemas de discriminação que existem no desporto,tomar medidas concretas para combater o discurso de ódio nos campos” foi o que expressou Ariel Gelblung, diretor do Centro Simon Wiesenthal na América Latina.

Vale lembrar que A Academia Já havia promovido campanhas contra o racismo no esporte e cedeu a este centro um espaço para divulgar sua mensagem no Cilindro de Avellaneda.

FMZ



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