Guilherme Moreno ficar surpreso ao dizer “provavelmente” isso é uma ordem de* detenção“vá para a cadeia”, como lhe alertaram fontes políticas de alto nível. Em entrevista à rádio, o ex-secretário de Comércio Interno relembrou conversas recentes com Maximo Kirchner e Axel Kicillof, e falou sobre o conflito interno dentro do peronismo.
Ele falou da possível prisão de Moreno
O ex-dirigente do Kirchner, Guillermo Moreno, surpreendeu nesta terça-feira ao afirmar que poderá ser preso nos próximos dias. “É provável que vá para a prisão”, declarou numa entrevista à rádio, onde explicou as informações dos dirigentes políticos “mais instruídos” com quem mantém contactos frequentes.
“A informação me foi dada pelo Estado… os dirigentes do mais alto conhecimento com quem conversei. Não cabe dizer quem, mas eles têm amplo conhecimento do Estado. Existe a possibilidade de que em breve ordenem minha prisão”, Moreno, visivelmente sério na entrevista.
Contato com líderes peronistas
Em outro momento da conversa, Moreno contou que recentemente conversou com Máximo Kirchner. “Para falar sobre o estado, o que vai acontecer, o que precisa ser feito”, disse ele. Além disso, aguardará com expectativa um jantar de Estado marcado para a próxima terça-feira, ao qual espera poder comparecer.
Esse secretário também indicou ter recebido uma mensagem do presidente de Buenos Aires Axella Kicillofum gesto que ele disse ser mais importante “além das diferenças políticas”. “Não falo com Cristina”, declarou quando questionado pelo ex-presidente.
Críticas e casos
Na conferência, Guillermo Moreno se reúne com o líder social Juan Grabois para tratar da questão do momento político do país. “Se o Papa estivesse vivo, isso não teria acontecido…”, disse, referindo-se aos conflitos internos do peronismo e ao clima de conflito que existe na República Argentina.
Guillermo Moreno gerou declarações surpreendentes em diferentes setores do partido no poder e da oposição, já que o ex-funcionário não forneceu detalhes sobre os casos ou processos judiciais que poderiam levar à sua prisão. Até o momento, nenhuma autoridade judicial confirmou a sua existência contra ele.
O ex-secretário de Comércio Interno foi uma figura chave nos governos kirchneristas e nos últimos anos manteve-se ativo na disputa política com discurso crítico à atual liderança peronista.



