O Suprema Corte chamado O Pampa e o governo nacional para a audiência em 5 de novembro para o desfinanciamento seu sistema previdenciário. Sergio Ziliotto confirmou o método e confirmou a urgência na recuperação do dinheiro devido. A audiência será fundamental para determinar o futuro do fundo secreto, segundo fontes provinciais.
A denúncia histórica de La Pampa contra as Nações
A briga remonta ao ano passado, quando a administração dos Pampas apresentou ao Supremo Tribunal Federal uma denúncia contra a administração de Javier Milei pelo valor das contribuições ao sistema previdenciário de 2023. A província afirma que, de acordo com o Tratado Fiscal de 1999 e a Lei 27.260, esses fundos são legitimamente responsáveis por ele.
Sergio Ziliotto afirmou que a convocação do Tribunal “é um passo, fruto do nosso compromisso com os Pampensos”. Acrescentou que insiste na legitimidade do pedido e na necessidade urgente de recuperar recursos que ainda não foram transferidos para o governo nacional.
Impacto no orçamento provincial
O Instituto de Segurança Social de La Pampa enfrentou o fracasso porque assumiu o papel de Mile, principalmente através da província e, em menor medida, através dos municípios. Só em 2025, o fundo provincial investirá 145 mil milhões para receber benefícios de reforma, sendo 11% provenientes de contribuições municipais.
Ao mesmo tempo, La Pampa enviou um projeto de lei à Câmara dos Deputados local para garantir saúde, educação, auxílio alimentação e benefícios de aposentadoria. Segundo a província, o projecto permite reestruturar apenas para estes fins até 31 de Dezembro.
Tribunal Provincial em conflito e mediação
A situação em La Pampa faz parte de uma missão mais ampla: Córdoba e Santa Fé também reivindicam perante a Nação, através do Supremo Tribunal, a restituição dos fundos de pensão que consideram devidos. A audiência de 5 de novembro será o primeiro passo formal para resolver a disputa judicial e politicamente.
A província insiste que o comportamento do Governo Javier Miley É “inédito” e viola as actuais leis de pensões, enquanto os recursos provinciais se tornaram essenciais para o pagamento de pensões e a prestação de serviços públicos.
Ziliotto concluiu: “Mais uma vez continuamos defendendo La Pampa”. “História e mandato popular”. A expectativa agora reside no que o Estado-nação utilizará na audiência e resposta do Supremo Tribunal.



