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Trump chama teste de míssil nuclear da Rússia de ‘inapropriado’

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O presidente dos EUA, Donald Trump, classificou o teste russo de um míssil de cruzeiro nuclear Burevestnik de “inapropriado” e aconselhou o presidente russo, Vladimir Putin, a se concentrar em acabar com o conflito com a Ucrânia. Donald Trump também chamou a atenção para as capacidades nucleares dos EUA, afirmando que possuem um submarino nuclear.

“Eles sabem que temos um submarino nuclear na costa deles, o maior do mundo. Portanto, não precisa percorrer 13.000 quilômetros. E eles não brincam conosco. Nós não jogamos com eles. Testamos mísseis o tempo todo”, disse Donald Trump enquanto interagia com repórteres a bordo do Air Force One.

“Também não creio que seja certo que Putin diga isto. Entretanto, ele precisa de acabar com a guerra. A guerra, que deveria durar uma semana, está agora a entrar no seu quarto ano. Ele precisa de fazer isto em vez de testar mísseis”, acrescentou.

Isto surge depois de o presidente russo, Vladimir Putin, no seu discurso à Assembleia Federal (o parlamento bicameral da Rússia), ter afirmado que Moscovo estava a desenvolver uma unidade de energia nuclear de pequena dimensão que poderia ser usada num míssil de cruzeiro para alargar o seu alcance quase indefinidamente. Segundo Putin, este será um míssil voando baixo com uma trajetória imprevisível, informou a TASS.

Putin foi citado como tendo dito que o míssil de cruzeiro nuclear Burevestnik não tem análogos no mundo. Ele disse que Moscou testou a arma com sucesso e trabalhará para que ela seja implantada. As autoridades russas afirmam que o avião esteve no ar durante cerca de 15 horas e percorreu cerca de 14.000 quilómetros (8.700 milhas).

Entretanto, de acordo com a RT, Vladimir Putin também assinou uma lei que encerra o já rescindido acordo de destruição de plutónio com os EUA, que visa limitar a produção de material adequado para armas nucleares.

A câmara baixa do parlamento aprovou o projeto no início deste mês, enquanto a câmara alta, o Conselho da Federação, deu a sua aprovação na quarta-feira passada. A lei entrou em vigor na segunda-feira após a aprovação de Putin.

O acordo, assinado em Setembro de 2000, exigia que tanto a Rússia como os Estados Unidos destruíssem 34 toneladas de plutónio para fins militares, já não necessário para fins militares.

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