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A influenciadora brasileira Melissa Said quebra o silêncio após ser presa, acusada de ser rainha do tráfico de drogas

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A influenciadora do Instagram de biquíni, suspeita de ser a rainha de um cartel de drogas, classificou sua prisão como uma “vergonha” e negou qualquer conexão com a suposta rede de contrabando interestadual.

Melissa Said condenou sua captura depois que as autoridades invadiram cinco de suas propriedades no Brasil após uma investigação de um ano, acusando-a de transportar drogas entre os estados da Bahia e São Paulo.

“É uma pena… ninguém no mundo deveria ser preso por fumar maconha”, proclamou Said, segundo o relatório. para o sol.

Melissa Said olha para a fumaça que exala em uma postagem para seus 376 mil seguidores no Instagram. @melissasaid/Instagram

Said rejeitou as acusações de que ela era uma chefona do tráfico ou líder da suposta quadrilha de tráfico de pessoas, informou o meio de comunicação.

A influenciadora iniciante de 23 anos – com mais de 376.000 seguidores no Instagram – conquistou seguidores com fotos glamorosas dela mesma fumando maconha e promovendo produtos relacionados ao cânhamo.

Sua biografia diz “Estou falando de maconha” e Ervoafetiva ou “erva daninha amorosa”.

A polícia lançou a operação multipropriedade, apelidada de Operação Erva Affectiva, em referência à conta de Said no Instagram, na quarta-feira.

Durante a operação, os policiais descobriram evidências de diversas transações financeiras suspeitas e apreenderam diversos dispositivos eletrônicos, segundo o The Sun.

Cerca de um quilo e meio de cannabis “skank” e meio quilo de haxixe – uma forma concentrada de cannabis feita a partir da resina da planta da maconha – foram recuperados durante a operação.

A influenciadora iniciante de 23 anos – com mais de 376.000 seguidores no Instagram – conquistou seguidores com fotos glamorosas dela mesma fumando maconha e promovendo produtos relacionados ao cânhamo. NX
Said foi preso pela polícia brasileira no estado da Bahia em 23 de outubro de 2025. RECORD BAHIA / YouTube

A polícia também descobriu pequenas quantidades de maconha, balanças digitais, sacolas plásticas, celulares, cartões bancários e dois veículos que se acredita terem sido utilizados em atividades criminosas.

Said foi encontrado escondido na casa de um amigo na capital baiana, Salvador.

Pelo menos outros quatro suspeitos foram presos durante as operações, um dos quais acusado de tráfico de drogas ligado à “faça”.

A polícia começou a investigar Said em 2024, depois que ela foi supostamente pega com drogas em um aeroporto.

Said rejeitou as acusações de que ela era uma chefona do tráfico ou líder da suposta quadrilha de tráfico de pessoas. @melissasaid/Instagram

Said é acusado de aconselhar seguidores sobre como evitar a aplicação da lei no transporte de drogas e de promover formas de distribuição de “kits” cheios de baseados nas ruas.

Uma investigação sobre seus negócios ilegais foi iniciada depois que ela foi supostamente pega com drogas em um aeroporto.

As autoridades acreditam que ela facilitou e incentivou o contrabando de substâncias ilegais na Bahia e em São Paulo.

A polícia também descobriu pequenas quantidades de maconha, balanças digitais, sacolas plásticas, celulares, cartões bancários e dois veículos que se acredita terem sido utilizados em atividades criminosas. @melissasaid/Instagram
Said é acusado de aconselhar seguidores sobre como evitar a aplicação da lei no transporte de drogas e de promover formas de distribuição de “kits” cheios de baseados nas ruas. NX

Ela teria sido identificada como compradora que distribuía os medicamentos para pessoas com quem tinha contato nas redes sociais.

Uma força policial especial interrogou Said na quinta-feira antes de ela se entregar para um exame forense.

Ela pode pegar até 25 anos de prisão se for considerada culpada.

Said protestou contra a legalização da maconha no Brasil em uma de suas últimas postagens no Instagram antes de sua prisão.

É ilegal vender maconha no país sul-americano.

A posse e o cultivo para uso privado e pessoal foram descriminalizados pelo Supremo Tribunal Federal em 2006.

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