Após a confirmação da saída de Claudio Úbeda, a direção do Xeneize trabalha tranquilamente para definir o próximo diretor técnico.
A busca por um novo treinador Boca Isso se tornou uma grande preocupação da liderança na segunda metade da temporada. Depois de sair do clube Claudio Obeda, Juan Roman Riquelme e o Conselho de Futebol Embora as conversações sejam mantidas estritamente confidenciais, estão a progredir em diferentes fases.
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Ao contrário de outros processos de contratação, desta vez xeneize não possui pistas ou sugestões concretas do ambiente de condução. Mesmo pessoas próximas às decisões esportivas costumam evitar fornecer detalhes sobre os nomes em análise para ocupar o banco de reservas.
Apesar das consultas iniciais e dos contatos com diversos candidatos, até o momento o Boca ainda não fez uma oferta oficial para contratar nenhum treinador.
Lorenzo, o nome mais atraente
Um dos técnicos mais simpáticos Riquelme é Nestor Lorenzo é o atual técnico da seleção colombiana.
Ex-zagueiro, teve passagem como jogador de futebol Boca Na década de noventa, ele faz um excelente trabalho como chefe da equipe de café e é visto como uma das escolhas mais valiosas pela liderança.
Contudo, a principal dificuldade está relacionada ao timing. Lorenzo jogará a Copa do Mundo de 2026 pela Colômbia e não poderá ingressar no clube imediatamente.
Na melhor das hipóteses, ele só será liberado após o término da participação da Colômbia na Copa do Mundo, mas o Boca planeja iniciar a pré-temporada no dia 18 de junho.
A necessidade do Boca
O propósito de Riquelme Resolver a situação o mais rápido possível para começar a planejar o mercado de transferências e montar o elenco que enfrentará o segundo semestre.
Tendo a Copa Sul-Americana como principal objetivo internacional e o torneio Clausura pela frente, a direção entendeu que o novo técnico deveria chegar com tempo suficiente para trabalhar com o grupo e participar ativamente da formação do time.
Nomes são dados
À medida que o Boca explora alternativas, também começam a aparecer treinadores oferecidos por representantes e vários intermediários.
Um dos nomes que surgiram foi Jorge Sampaoli, procurado para consideração de liderança. Contudo, neste momento não está nas prioridades da Requel e do Conselho de Futebol.
Por enquanto, as buscas continuarão em total sigilo. No Brandsen 805 ninguém quer ser apressado e a decisão final está exclusivamente nas mãos do presidente, que procura o homem certo para liderar uma nova era do futebol no clube.