Durante anos, Josh Rosen foi definido por um rótulo: busto da NFL.
Agora, o ex-quarterback estrela da UCLA está construindo um segundo ato que não se parece em nada com o primeiro.
“Chosen Rosen”, que já foi a décima escolha geral dos Cardinals no Draft da NFL de 2018, recém-formado do prestigioso programa de MBA da Wharton School e supostamente começou a trabalhar como banqueiro de investimentos no JP Morgan.
Para os fãs dos Bruins que viram Rosen como centro há menos de uma década, é outro lembrete de que o sucesso raramente segue uma linha reta.
Na UCLA, Rosen parecia prestes a se tornar uma estrela da NFL. O ex-Bruin arremessou 9.341 jardas (classificado em quarto lugar na história da escola) e 59 touchdowns em apenas três temporadas (quinto).
Sua campanha de 2017 continua sendo uma das melhores de um quarterback da UCLA, estabelecendo o recorde de jardas passadas do Bruins em uma única temporada (3.756) e produzindo performances inesquecíveis, incluindo a histórica vitória de retorno sobre o Texas A&M.
Sua carreira na NFL decolou rapidamente.
Depois de uma temporada de estreia em que os Cardinals fizeram 3-13, a equipe convocou seu substituto, Kyler Murray, com a escolha número 1 na temporada seguinte. Rosen oscilou entre várias organizações, incluindo os times de treino Miami Dolphins, San Francisco 49ers e Minnesota Vikings. Em 2022, sua carreira no futebol havia efetivamente terminado antes de ele completar 26 anos.
Mas a história de Rosen não terminou aí.
Rosen, que estudou economia e recebeu diversas honrarias acadêmicas na UCLA, abriu um negócio. Ironicamente, a Wharton School foi fundada por seu ancestral, Joseph Wharton, o que fez com que a jornada parecesse estranhamente completa.
Para os fãs da UCLA, o caminho de Rosen serve como algo maior do que um conto de advertência sobre futebol. É a prova de que a reinvenção também é importante. A NFL pode não ter funcionado como muitos esperavam, mas Rosen ainda encontrou uma maneira de vencer.



