Papa Leão
O Vaticano disse num comunicado de imprensa no sábado que o papa norte-americano viajaria a Paris especificamente para visitar a sede da UNESCO, mas não especificou outro local.
Respondendo ao convite do Presidente e das autoridades religiosas do país, bem como do Diretor-Geral da UNESCO, o Santo Padre Leo
Este é o século XVI. Uma novidade desde a visita do Papa Bento XVI em Setembro de 2008: o Papa Francisco visitou o país três vezes, em Estrasburgo, Marselha e Córsega, mas nunca concordou em fazer uma visita oficial de Estado à escala nacional.
“Estamos muito satisfeitos que o Papa Leão XIV tenha aprovado a sua visita a França”, disse Emmanuel Macron.
Esta visita, que se segue à Espanha em Junho, confirma o regresso do Papa aos países europeus com uma história intimamente ligada ao catolicismo que estão em processo de descristianização, e demonstra o desejo da Igreja de diálogo, apesar das crescentes divergências sobre várias questões éticas e políticas.
“Uma grande responsabilidade”
Este anúncio surge na sequência de um convite do Cardeal Jean-Marc Aveline, Presidente da Conferência Episcopal Francesa (CEF), apoiado pelo Presidente Emmanuel Macron, durante o seu encontro com Leão XIV no Vaticano, em Abril.
“Leão XIV está vindo para França: é uma grande alegria, mas também uma grande responsabilidade”, disse Jean-Marc Aveline num comunicado de imprensa no sábado.
O cardeal continuou: “Nas minhas conversas com o Papa desde a sua eleição, percebi imediatamente o quão interessado ele estava em tal viagem. Ele está particularmente interessado nas experiências da Igreja na França, no seu dinamismo missionário, bem como nos desafios que enfrenta”.
O programa exato e as modalidades práticas da viagem especificadas pela CEF serão anunciados posteriormente pelo Vaticano. Um comitê diretor está sendo criado sob sua coordenação.
No dia 6 de maio, a CEF emitiu um comunicado de imprensa otimista lembrando que os preparativos para esta visita estavam em curso, com escalas em Paris e Lourdes.
Leão
Lourdes acolheu João Paulo II em 1983 e 2004, seguida por João Paulo II em 2008. acolheu Bento XVI. Centenas de milhares de pessoas fizeram a viagem todas as vezes, de acordo com o santuário.



