Promotor de Justiça Dr. A mando de Gustavo Montenegro com a interveniência da Delegacia de Crimes Financeiros da Delegacia Comunitária do Departamento 6 nº. Eventos investigados por 40
Da mesma forma, duas mulheres foram enganadas. Criminosos Eles atuaram como representantes da organização e conseguiram transferir grandes somas de dinheiro.
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Eles se conheceram nas últimas horas Dois casos graves de golpes na cidade de Las Termas de Rio HondoOs criminosos usavam um método recorrente: fingir-se como operadores ou assistentes do cartão nacional para enganar suas vítimas e conseguir transferências de dinheiro.
Investigando os fatos ESTACIONAMENTO DE POLÍCIA COMUNITÁRIA Nº. 40Com a intervenção do Gabinete de Crimes Financeiros do Departamento 6, por despacho Inspetor Dr. Gustavo Montenegro.
Caso 1: Chamada falsa e transferência milionária
A primeira reclamação foi feita por OIN (57), ele recebeu uma ligação no telefone da filha por volta das 17h30 de uma mulher que conheceu como assistente na empresa.
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Durante a comunicação, a suposta operadora a orientou a realizar uma série de etapas para “recuperar o dinheiro” e orientá-la a transferir o valor. US$ 1.222.808 para uma conta fornecida por golpistas.
Após a operação, a comunicação foi interrompida e a vítima não teve mais contato, alertando posteriormente que havia sido enganada.
Caso 2: Hacking, suporte falso e transferências múltiplas
O segundo incidente foi a vítima AIG (22), recebeu pela primeira vez mensagens no WhatsApp do número de um amigo alegando estar solicitando dinheiro.
A jovem transferiu US$ 220 mil, Mas esse contato foi hackeado. Na tentativa de reaver o dinheiro, ela procurou na internet o número de atendimento da empresa, onde foi auxiliada por uma mulher que era operadora da empresa.
Reivindicar que sua conta foi comprometidaDisseram-me para transferir o dinheiro para uma “conta segura”, fazendo assim a segunda transferência US$ 967.882. Posteriormente, ela foi solicitada a realizar novas atividades, concluindo que se tratava de uma farsa.
Alerte a comunidade
Ambos os casos demonstram o mesmo padrão: criminosos se passando por funcionários da administradora do cartão ou de serviços de suporte para obter dados e realizar transferências.
Justiça condenada a intervir em crimes financeiros E pede-se à população que não faça transferências face a chamadas ou mensagens não confirmadas, lembrando que nenhuma instituição financeira solicita este tipo de operações para “recuperar dinheiro”.



