3 minutos de leitura18 de abril de 2026 07:57 IST
Numa tentativa de garantir eleições legislativas pacíficas no estado, a Comissão Eleitoral da Índia (ECI) passou de um sistema “reativo” para um modelo “proativo” orientado pela tecnologia, alertando que mesmo irregularidades menores ou suspeitas, dentro ou fora das assembleias de voto, podem influenciar a votação.
O Diretor Eleitoral Manoj Agarwal adotou uma abordagem de “tolerância zero” para qualquer forma de interrupção: “Se os agentes eleitorais e os agentes eleitorais forem excluídos, não mais do que quatro pessoas poderão entrar na cabine. Por meio de IA e webcasting, obteremos pop-ups. Em todos os tipos de travessuras, a votação ocorrerá. A Comissão Eleitoral também ficará em dúvida sobre a realização da votação.”
A medida surge na sequência de preocupações levantadas durante a Assembleia de 2021 e as eleições gerais de 2024, quando quase 40 por cento das câmaras das cabines alegadamente falharam ou foram adulteradas.
Ele acrescentou que táticas incomuns, como aplicar perfume nos botões do EVM para identificar as escolhas dos eleitores ou bloquear webcams com fita adesiva – seriam tratadas como violações graves.
“Se houver incidentes de aplicação de perfume em botões ouvidos nas redes sociais… ou se houver fitas de celular coladas na webcam, etc., a votação será realizada. A CE deseja eleições totalmente livres e justas”, observou Agarwal.
Se uma webcam permanecer inativa por mais de 30 minutos, as autoridades poderão solicitar automaticamente uma votação.
Pela primeira vez, a violência ou intimidação que ocorre fora da cabine pode desencadear uma votação, embora a votação no interior permaneça pacífica, disse um responsável, acrescentando: “Cada cabine está agora equipada com duas câmaras, cobrindo a área da cabine, excluindo a secção de votação secreta, e monitorizando filas para detectar distúrbios na cabine ou intimidação dos eleitores”.
Bengala Ocidental tem cerca de 80.000 cabines de votação, todas elas obrigadas a ter 100% de transmissão pela web.
Uma sala de controle centralizada no escritório do CEO monitorará cerca de 800 transmissões ao vivo simultaneamente.
A ICE também identificou vários distritos “super sensíveis” com base na violência passada e nas tensões recentes durante a Revisão Especial Intensiva (SIR) dos cadernos eleitorais.
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Malda, Murshidabad e Cooch Behar estão entre as principais áreas sob vigilância, com pontos críticos específicos, como Mothabari, Sujapur e Beldanga, reservados para medidas de segurança personalizadas.
Para reforçar a segurança, 2.400 empresas das Forças Centrais de Polícia Armada (CAPF) serão destacadas apenas na Fase I.
Estas forças foram habilitadas a lidar com situações gerais de lei e ordem, além de tarefas eleitorais de rotina.
As medidas reforçadas surgem num ambiente politicamente carregado que antecedeu as eleições de 23 e 29 de Abril.
Com a contagem agendada para 4 de maio, a ICE afirma que o objetivo é eliminar formas evidentes e subtis de fraude eleitoral e garantir um processo de votação livre, justo e livre de ameaças.
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