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Miguel Ángel Pichetto defende Cristina Kirchner e lembra que Miley queria privatizá-la em La Basis Politiques El Intransigent.

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Deputado Nacional da Assembleia Federal, Miguel Ángel PichettoJustiça dos Estados Unidos decide a favor da Argentina em processo de extradição YPF. Através de duas mensagens nas redes sociais, o dirigente veterano destacou Validade jurídica e política Renacionalização caso o país conseguisse evitar pagar mais de 16 mil milhões de dólares.

A decisão do Tribunal de Apelações de Nova York apoiou seu argumento sobre o valor e a supremacia da Lei de Extorsão votada pelo Congresso Nacional.“, expressou Pichetto. Nessa linha, destacou que a decisão parlamentar é decisiva não só do ponto de vista institucional, mas também para o desenvolvimento energético do país nos próximos anos.

Afirmação do Congresso e Soberania do Poder

O legislador lembrou que a aquisição da petrolífera permitiu lançar as bases para o crescimento do sector dos hidrocarbonetos, especialmente vaca morta. “O desenvolvimento da Vaca Murta só foi possível devido à decisão do Congresso de boicotar”, afirmou, destacando o impacto estratégico desta política pública.

Além disso, lembrou que a medida foi promovida durante o governo Christina Kirchner e teve amplo apoio legislativo em ambas as câmaras. “É a decisão certa promover a nossa soberania energética e a exportação de gás e combustível”, afirmou, alinhando-se com a visão de defender o papel do Estado em sectores-chave.

Para Pichetto, a decisão dos EUA não só tem implicações económicas, mas também consolida o padrão jurídico relevante: Precedência das leis nacionais Em decisões de interesse público. Nesse sentido, comentou, a resolução fortalece a posição da Argentina no contencioso internacional.

Um alerta sobre a privatização e um apelo à continuidade

Em sua segunda mensagem, o deputado também questionou as iniciativas do atual governo Xavier Miley Ligado à possível privatização da YPF. “O futuro da YPF e da Argentina estava em jogo quando o governo quis reprivatizá-la na Lei de Bases“Esta proposta acabou por ser retirada por falta de consenso no Congresso”, alertou.

Pichetto sentiu que o contexto internacional – conflitos geopolíticos e volatilidade dos preços do petróleo – abriu uma janela de oportunidade para a Argentina. Como explicou, o país poderia colocar-se numa posição Um player relevante no mercado global de energiaContanto que você mantenha uma estratégia coerente.

Neste quadro, apelou a evitar disputas contenciosas e a dar prioridade a abordagens de longo prazo. “Em vez de discursos bombásticos que atribuem conquistas, o importante é perseguir políticas coerentes e contínuas“, concluiu numa mensagem para focar no planeamento estratégico para além das diferenças partidárias.



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