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Kim Jong Un diz que a guerra no Irão justifica a dissuasão nuclear da Coreia do Norte

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O líder norte-coreano, Kim Jong Un, defendeu o programa de armas nucleares do seu país, citando o conflito em curso com o Irão como prova da necessidade de uma forte dissuasão militar, informou a agência de notícias ANI.

Em declarações publicadas nos meios de comunicação estatais, Kim sinalizou a sua determinação contínua em fortalecer o arsenal nuclear da Coreia do Norte, argumentando que a segurança e a soberania nacionais só podem ser alcançadas com fortes capacidades de defesa.

Conflito no Irã é citado como justificativa estratégica

Falando numa sessão do Congresso Popular Supremo da Coreia do Norte, Kim destacou que a guerra em curso envolvendo o Irão é um exemplo importante de instabilidade global. Segundo a ANI, ele acusou os EUA de se envolverem em intervenções militares e conflitos inter-regionais, usando a crise actual como justificação para a posição nuclear de Pyongyang.

Segundo relatos, Kim afirmou que a honra e a segurança de uma nação a longo prazo dependem de ter fortes capacidades militares, incluindo a dissuasão nuclear.

Coreia do Norte promete fortalecer arsenal nuclear

Kim reafirmou que a Coreia do Norte continuará a melhorar a sua “dissuasão nuclear defensiva” e manterá a sua prontidão para responder rapidamente a qualquer ameaça percebida, informou a ANI.

Ele sublinhou que o país consolidaria ainda mais o seu estatuto de Estado com armas nucleares e permaneceria pronto para combater o que descreveu como ações hostis por parte dos inimigos, informou a ANI.

Retórica dura para a Coreia do Sul

Kim também classificou a Coreia do Sul como o “país mais hostil” e alertou sobre as graves consequências se Seul se envolver em ações consideradas provocativas.

Ele afirmou que Pyongyang iria oficialmente ignorar e desconsiderar a Coreia do Sul nas suas políticas, mas estava pronto para responder a qualquer conflito.

Trump sinalizou possíveis negociações com o Irão

Entretanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que as negociações com o Irão poderiam continuar e expressou optimismo sobre um possível fim do conflito.

Trump afirmou que as capacidades militares do Irão tinham sido significativamente enfraquecidas e sugeriu que os esforços diplomáticos poderiam levar a uma solução, mas absteve-se de endossar qualquer acordo formal.

Irã rejeita negociações, conflito continua

No entanto, o Irão negou relatos de que as negociações continuavam, alegando que a paz só poderia ser alcançada com o fim das operações militares dos Estados Unidos e de Israel.

O conflito continua a agravar-se com as forças iranianas a lançar múltiplas ondas de ataques retaliatórios, complicando ainda mais as perspectivas de uma desescalada imediata, informou a ANI.

As preocupações de segurança global se aprofundam

As observações de Kim Jong Un ocorreram num momento de crescentes tensões geopolíticas, com o conflito na Ásia Ocidental a afectar os cálculos estratégicos em muitas regiões, informou a ANI.

A sua declaração sublinha a forma como a crise está a ser interpretada para além do Médio Oriente, moldando potencialmente as políticas de defesa e as posturas militares em países como a Coreia do Norte.

Como os esforços diplomáticos permanecem incertos e as hostilidades continuam, é provável que isto tenha impactos de longo alcance na segurança global e nos esforços de não-proliferação.

(Com informações da ANI)

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