O Igreja católica Argentina, por Conferência Episcopal (CEA)Divulgou o documento “Nunca mais” à violência ditatorial e “nunca mais” à democracia justa”. Esta mensagem foi publicada depois de 50 anos Ditadura militarFoi definida pelos bispos como “a noite mais escura da nossa história” marcada pela tragédia do terrorismo Estado.
Embora relembre o passado, o presente tem um forte foco político no presente. O Igreja Somos avisados de que vivemos num tempo “A tendência à autocracia” E o populismo não representa uma verdadeira cura para a sociedade. Segundo os bispos, hoje é uma ideologia “Sobrevivência dos Fortes sobre os Fracos”.
Memória cheia para evitar erros repetitivos
Os bispos sublinham que esta é uma tentação “virar a página”Mas não sem consequências, afirmam “Memória abrangente e brilhante”. O objetivo de manter viva a memória é testemunhar os horrores do passado às novas gerações.
Neste sentido, afirma o documento, “mutilar a história abre a porta à possibilidade de repetir os mesmos erros”. O texto também contém uma “autocrítica necessária e necessária” da sociedade e da Igreja, buscando reconstruir a fraternidade entre os argentinos durante aqueles anos violentos.
Alerta para violência nas redes e no Congresso
O cerne da mensagem diz respeito à nova agressão na sociedade atual. A Igreja alerta que a perseguição geralmente começa com palavras e pede: “Dos insultos diários a quem pensa diferente, livra-nos, Senhor!”
Da mesma forma, o documento alerta que a violência não pode ser naturalizada nas redes sociais, nos bairros ou no próprio Congresso Nacional. Os bispos pediram uma “linguagem desarmante” e a renúncia às palavras ofensivas para que o ódio possa dar lugar à esperança e à paz.
Uma reivindicação pelo estado atual e pela constituição
Da Igreja salientaram que a verdadeira democracia se manifesta no cuidado das pessoas mais vulneráveis. Exigiram uma “presença estatal inteligente e eficaz” que garanta dignidade pública e igualdade para todos os cidadãos.
Por fim, alerta que a democracia é insultada quando se abandona ou é indiferente às “necessidades básicas da cesta familiar” e o bom trabalho diminui. Os bispos lembraram que a constituição nacional é a lei suprema e a adesão a ela é a base para qualquer projeto nacional que envolva justiça social.



