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Javier e Karina Miley são “incomparáveis”, alertam Política El Intransigente

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Deputado Nacional da União pela Pátria, Itai HagmanPresidente disse Xavier Miley e o Secretário-Chefe da Presidência e sua irmã, Karen Mileyestão “à altura das armas” pela sua alegada participação na chamada Assembleia $LIBRAO projeto criptográfico que levou ao suposto golpe e está sendo investigado judicialmente.

Segundo Hagman, novas provas divulgadas no fim de semana reforçam as suspeitas sobre o envolvimento do presidente e de sua irmã no lançamento do projeto, ocorrido no dia 14 de fevereiro do ano passado. “Neste fim de semana há provas de que Mauricio Novelli esteve em comunicação permanente com Xavier Miley e Karina Miley antes, durante e depois do início da Libra”, afirmou o legislador ao analisar as últimas revelações sobre o caso.

Divulgação inicial do projeto

O deputado sustentou que as novas informações contrariavam a explicação dada pelo Presidente quando eclodiu a polémica. Na época, Miley garantiu que apenas promoveu um projeto de investimento que encontrou na internet. Para Hagman, essa versão não convence. “Miley disse neste momento que viu a informação por aí e a divulgou, o que é impossível”, disse ele.

Segundo a reconstituição dos acontecimentos, quando o Presidente publicou a mensagem nas redes sociais, no dia 14 de fevereiro, por volta das 19 horas, o legislador explicou que as informações sobre Tula ainda não estavam disponíveis ao público. “O que podemos confirmar com segurança é que quando Miley tuitou, a informação que ele publicou não estava disponível em nenhum outro lugar. Ele foi a primeira pessoa a divulgá-la”, comentou um líder próximo a Juan Grabois.

Dúvidas sobre links e tráfico de influência

Hagman também se manifestou contra a atuação das agências reguladoras e garantiu que haverá irregularidades na investigação do caso. Nesse sentido, questionou o papel do órgão anticorrupção ao salientar que, segundo sua explicação, não havia declarado relações comerciais anteriores com o presidente Novelli.

“Isto é uma fraude, mais tráfico de influência, mais informação privilegiada, mais uma violação da lei de ética pública”, afirmou o deputado. Além disso, o legislador criticou a atuação do procurador Eduardo Taiano no tratamento do processo judicial, considerando que não houve andamento suficiente no processo relacionado aos responsáveis ​​pela operação.

“Eles estão encurralados”

Segundo Hagman, o silêncio do governo nacional diante das novas evidências também fortalece as suspeitas em torno do caso. “Há evidências contundentes de que Miley sabia exatamente o que estava fazendo. O silêncio é muito criminoso”, disse ele. Por fim, o executivo se complicou mais com o escândalo e questionou a falta de definições jurídicas. “Não sei o que o governo vai inventar agora para sair desta situação. Eles estão encurralados, têm o seu juízo sobre eles”, concluiu.



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