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Juan Pablo Varski BOCA JUNIORS Palavras sinceras do ex-Boca antes do El Intransigente

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Seus comentários no programa “Clank” apresentado pelo jornalista foram realmente surpreendentes e chocantes. Juan Pablo Varsky Ex-jogador de Boca Há alguns anos ele sabia vestir a camisa do clube e hoje entende que deixar o clube que era torcedor foi a melhor decisão de sua carreira.

Há alguns anos, em meados de 2019, um jogador da hierarquia absoluta chegou do futebol europeu para reforçar o elenco do Boca para a disputa da Copa Libertadores. Embora tenha tido um bom início no clube, foi diminuindo gradativamente até partir para o time mexicano de futebol, em julho de 2022, para vestir a camisa do UNAM Pumas.

Desta forma, estamos falando de Eduardo “Toto” Salvio, atual jogador do Llanas, que passou pelo programa de Juan Pablo Varski e lembra como viveu a triste notícia de ter que deixar o clube do qual era torcedor porque não viveu pessoalmente um momento feliz.

Juan Pablo Varski reuniu declarações fortes do ex-Boca

Em um bate-papo descontraído entre o jornalista esportivo da TNT e jogador do Lanús, Eduardo “Toto” Salvio, eles conversaram um pouco sobre tudo. Nele, o jogador fala sobre como aconteceu sua saída do Boca, quais momentos bons e ruins viveu no clube e compara xeneize ao Benfica.

Como mencionado, Eduardo Salvio chegou Boca Saiu do Benfica para Portugal em 2019 para realizar o grande sonho de ser jogador do Boca Club, do qual é torcedor.

Em troca, o ex-Boca comparou xeneize ao Benfica e afirmou “O Benfica é um clube enorme, enorme, mas não se vive como no Boca. No Boca é completamente diferente”. “No Boca você está lá em cima ou embaixo”, comentou sobre uma experiência sobrenatural que viveu no clube. Quando cheguei ainda ia para a Seleção Scolani, mas quando chegou o meu melhor momento vivi isso e veio com um problema pessoal que me afetou muito.

Mais tarde, acrescentou: “Cada vez que pegava a bola não sentia a confiança que tinha antes… Da outra vez peguei e senti que poderia fazer o que quisesse. Perdi a confiança, finalmente me deram um passe, dirigi dois ou três metros sem pressão, passei para a esquerda e quebrei as cruzes.

Assim, enquanto vivia momentos de angústia, decidi: “Não queria sair do Boca. Mas aconteceu. Tive sorte de vestir aquela camisa e a 10. No final tomei a melhor decisão”.

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