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O estudo encontrou dezenas de contas de mídia social ligadas ao Irã promovendo a campanha

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Um novo relatório da Universidade Clemson descobriu que dezenas de contas de redes sociais afiliadas ao Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC) estão a promover conteúdo anti-Israel e anti-EUA para semear a dissidência online na guerra em curso entre o Irão e os EUA.

De acordo com O relatório foi divulgado na quarta-feiraDescobriu-se que pelo menos 62 contas no X, Bluesky e Instagram tinham conexões com o IRGC, apesar de alegarem ser usuários da América, Inglaterra, Escócia ou Irlanda. Embora a maioria das contas tenha menos de um ano, algumas foram criadas em dezembro de 2023.

“Todas estas contas disseminam sistematicamente conteúdo politicamente divisivo e desinformação ligada às narrativas do IRGC e são concebidas para explorar divisões regionais para promover os interesses do regime iraniano”, afirma o relatório.

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A Clemson University relatou dezenas de contas de mídia social afiliadas ao regime iraniano. (Caverna Então O/Reuters)

Antes dos ataques militares do presidente Donald Trump e de Israel contra o Irão, a maioria dos relatos centrava-se em posições internas cada vez mais divisivas. Contudo, depois de 28 de Fevereiro, quando Israel e os EUA lançaram ataques aéreos surpresa contra o Irão, começaram a transmitir mensagens pró-Teerã a favor do regime.

“Há uma campanha coordenada e inescrupulosa nas redes sociais que visa o discurso online em torno da guerra entre Israel, os Estados Unidos e o Irão”, afirma o relatório.

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As contas também usaram diversas imagens geradas por IA e vídeos falsos que forneciam relatórios imprecisos sobre os ataques em andamento.

“É importante continuar a monitorizar as comunidades em particular risco de influência estrangeira para minimizar potenciais danos ao discurso normativo. Isto é especialmente verdade em tempos de crise global”, concluiu o relatório.

Contas no Bluesky, Instagram e X promovem propaganda iraniana contra Israel e os Estados Unidos. (Anna Barclay/Getty Images)

Em resposta à Fox News Digital, Bluesky confirmou que todas as contas listadas no relatório foram removidas por violarem as diretrizes da comunidade.

Um porta-voz da Meta reiterou a posição da empresa contra conteúdos que promovem o terrorismo e destacou que das contas listadas no relatório, um terço delas não estavam ativas durante a guerra, enquanto as contas restantes tinham menos de 2.000 seguidores combinados.

“A Meta proíbe de forma coordenada indivíduos e organizações associados a comportamento impróprio e terrorismo, e removemos contas infratoras assim que tomamos conhecimento delas”, disse um porta-voz da Meta.

A Fox News Digital também entrou em contato com X para comentar.

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Todas as contas seguidas pela Universidade Clemson começaram a publicar mensagens pró-iranianas depois que o presidente Donald Trump lançou ataques militares contra o Irã. (Imagens Getty; Reuters)

A Clemson University adicionou 47 contas X, nove contas do Instagram e cinco contas Bluesky à “rede” do IRGC.

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A universidade descobriu que só as contas X geraram 59.403 postagens originais que foram republicadas milhares de vezes por milhares de seguidores com engajamento orgânico que poderia chegar a milhões.

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