Um juiz da Geórgia negou a oferta de José Ibarra para um novo julgamento depois que ele foi condenado pelo assassinato do estudante de enfermagem Laken Riley.
O juiz do Tribunal Superior, Patrick Haggard, negou o pedido, mantendo a sentença de prisão perpétua de Ibarra sem possibilidade de liberdade condicional.
Ibarra, um imigrante venezuelano, foi considerado culpado de homicídio qualificado, homicídio qualificado, sequestro, agressão agravada, obstrução de uma ligação para o 911, adulteração de provas e observação de Tom em conexão com a morte de Riley.
O veredicto significa que as condenações e a sentença de prisão perpétua de Ibarra permanecem intactas.
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