Um evento organizado pelo Ministério da Justiça incluiu prémios para “mulheres inspiradoras” e um minuto de silêncio para as vítimas de violência baseada no género.
Sob o lema “Santiagunas inspiram, criam e transformam”, Evento “8M” foi realizado neste domingo Centro de Convenções Fórum, por ocasião do Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, Organizado pelo Ministério da Justiça da província através do Secretariado dos Direitos Humanos e da Direcção do Género.
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8 milhões
O programa reúne mulheres de diferentes esferas da vida Foi partilhado um espaço de troca e reflexão coletiva sobre a importância de continuar a construir uma sociedade mais igualitária, promovendo o respeito, a inclusão e a participação ativa das mulheres em todas as esferas.
A programação oficial contou com a presença do vice-governador Carlos Silva Nether; Chefe de Gabinete, Victor Araújo; Ministras da Justiça, Matilde O’Mill; Saúde, Natividad Nassif; Produção, Nestor Machado e Desenvolvimento Social, Angel Nicolai. Além do prefeito da capital, Norma Fuentes e outras autoridades regionais e municipais e convidados especiais.
Neste contexto, as “Mulheres Inspiradoras” são reconhecidas através da atribuição de prémios àquelas que se destacam pelo seu contributo em diferentes áreas como política, académica, saúde, participação social e comunitária, ciência e inovação, produção, desporto e representação sindical. Foi observado um minuto de silêncio pelas mulheres de Santiago vítimas da violência patriarcal.
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Na reunião, a Ministra O’Mill convidou-nos a refletir sobre o significado desta data: “Hoje não é apenas um dia de comemoração, mas um apelo à responsabilidade partilhada para construir uma sociedade onde a dignidade, a igualdade e a dignidade das mulheres não dependem de circunstâncias excepcionais, mas fazem parte da cultura quotidiana. Honramos as mulheres trabalhadoras.
“Hoje não nos limitamos a recordar uma luta histórica; reafirmamos o nosso dever presente e a grande responsabilidade para com o futuro, à medida que continuamos a trabalhar de forma decisiva, inteligente e com compromisso colectivo para que a igualdade deixe de ser uma promessa pendente e se torne uma realidade segura”, acrescentou.



