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Washington permite a venda de ouro venezuelano a empresas americanas

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O governo americano continuou a aliviar as sanções a Caracas na sexta-feira, permitindo a exportação e venda de ouro produzido na Venezuela através dos Estados Unidos e o comércio com a sua principal mineradora estatal.

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As transações com a Compania General de Mineria de Venezuela (Minerven) ou suas subsidiárias são novamente permitidas, de acordo com documento publicado online no site do Departamento do Tesouro.

Mas esta nova autoridade proporciona um processo de rastreabilidade para garantir que o ouro provém realmente da Venezuela e proíbe transações com o Irão, a Coreia do Norte, a Rússia, a China e Cuba, uma condição já incluída para as vendas de petróleo.

Ao mesmo tempo, atualmente o comércio só é permitido através dos Estados Unidos e para empresas estabelecidas no país e autorizadas a reexportar o metal precioso.

Este é um novo passo no sentido do levantamento gradual das sanções americanas contra a Venezuela desde que o presidente Nicolás Maduro foi capturado pelas forças americanas no início deste ano.

Os EUA permitiram novamente a exportação de petróleo venezuelano.

Mas mantêm o controlo sobre o processo, uma vez que o produto da venda e os impostos relacionados devem ser pagos para um fundo de depósito especial controlado pelo Departamento do Tesouro e actualmente estabelecido no Qatar.

O mesmo procedimento se aplicará às vendas de ouro.

Caracas, por outro lado, reviu a sua lei dos hidrocarbonetos para permitir uma maior participação de empresas privadas no sector petrolífero, e o governo americano autorizou mais tarde meia dúzia de empresas a continuarem a operar ali.

Também confirmou a retomada das conexões aéreas diretas entre os Estados Unidos e a Venezuela pela companhia aérea American Airlines, com sede em Miami, que deverá entrar em vigor nos próximos meses.

Desde então, dois ministros americanos viajaram para Caracas para apoiar o renascimento das indústrias petrolíferas e mineiras locais, o que, segundo Donald Trump, é um dos principais objectivos da intervenção americana.

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