A esposa do gendarme argentino confirmou a notícia. A ação envolveu mais de 200 presos que protestavam contra as condições carcerárias.
Gendarme argentino Nahuel GalloDetido na Venezuela durante mais de 14 meses, iniciou uma greve de fome massiva na prisão El Rodeo I, nos arredores de Caracas.
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Esta notícia foi confirmada por seu parceiro, Maria Alexandra GomesMais de 200 prisioneiros negaram apoiar a medida, protestando contra as condições de detenção e a falta de progresso nos seus processos legais.
O protesto foi relatado pela primeira vez pelo Foro Penal, ONG que lidera a defesa dos chamados “prisioneiros políticos” no país caribenho. Seu diretor, Alfredo Romero, estimou em 100 o número de internos que iniciaram a ação.Embora familiares dos presos garantam que o número é significativamente maior.
Gallo, que cumpre pena de 441 dias no que a sua família descreve como um “desaparecimento forçado”, viu a sua saúde deteriorar-se devido à detenção prolongada e agora a uma greve.
Através de uma mensagem contundente nas redes sociais, Gómez culpou diretamente o diretor da instalação, Martínez Rangel, e os mais altos funcionários do governo venezuelano, incluindo Delcy Rodriguez e Jorge Rodriguez, pela integridade física do gallo.
O gendarme parceiro também apresentou uma queixa à ONU por “persistentes violações dos direitos humanos” na prisão, exigindo a libertação imediata do argentino e de outros estrangeiros em condições que descreveram como “desumanas”.



