Início ESPECIAIS A CGT alertou que legitimaria a reforma trabalhista se o Congresso a...

A CGT alertou que legitimaria a reforma trabalhista se o Congresso a aprovasse

17
0

O secretário-geral do sindicato Jorge Sola confirmou que irão recorrer aos tribunais porque consideram que o projecto viola os direitos constitucionais dos trabalhadores.

Depois que uma greve nacional foi convocada CGT, A Central Sindical redobrou sua postura contra as reformas trabalhistas Anunciado e avisado pelo governo, Se aprovado pelo Congresso, iniciaria uma ação legal para impedir sua aplicação.

Clique aqui para entrar no canal WhatsApp do Diario Panorama e manter-se informado

Em uma conversa com o Infobay, o Secretário principal da organização, George SolaHá categorização na previsão dos próximos estágios do integracionismo. “Nós vamos interrogá-la. Há dois princípios constitucionais violados: o artigo 14 bis e o princípio do retrocesso dos direitos sociais“, ocorrido.

Uma rejeição total da reforma

Sola explicou que a medida energética respondeu à rejeição geral do projeto e não a aspectos específicos. “Não estamos falando de um artigo. Estamos a falar de uma rejeição absoluta da reforma. Já decidimos entrar em greve“, afirmou.

O dirigente enfatizou que o protesto não foi contra um governo específico, mas contra o conteúdo do projeto. Segundo ele, a iniciativa faz parte de um contexto social em que “As pessoas estão exigindo quebrar o sistema social”.

Ele também questionou a falta de comunicação com o executivo: “Tivemos doze mobilizações, quatro greves e os trabalhadores não estão sentados à mesa discutindo os seus próprios interesses.”, afirmou, defendendo a legitimidade dos protestos sindicais.

Pontos mais questionados

O titular da CGT listou os pontos que indicam retrocesso nas questões trabalhistas, segundo o sindicato. Entre eles cita a mudança do sistema de remuneração, a possibilidade de acordos de empresa sob acordos coletivos, restrições ao direito de greve e mudanças na atuação sindical.

Isto não é modernização. É um título romântico. Não fala de tecnologia nem de robótica: corta direitos, dilui remunerações e limita organização sindical“, ocorrido.

Da mesma forma, questionou a implementação do chamado “”.banco de horas“, considerando que poderá afetar a avaliação trabalhista.”Permite que o empregador decida quando compensar as horas extras. Assim o trabalhador perde o controle sobre sua renda e seu tempo“, afirmou.

O próximo passo é a via legal

Ao avaliar o impacto da greve, Sola garantiu que houve um alto nível de cumprimento, especialmente entre os trabalhadores formais. Segundo ele, o protesto também recebeu apoio de pequenos e médios empresários que manifestaram preocupação com a reforma.

O líder reiterou que a greve não encerraria o conflito pensando no futuro. “O aprofundamento do plano de acção sugere dizer ao governo e ao establishment político que esta lei é contra os direitos constitucionais. Portanto, vamos interrogá-la”, enfatizou.

A Sola baseou a sua decisão na violação do projecto ao princípio protector do direito do trabalho e à progressividade dos direitos sociais consagrados em disposições constitucionais e tratados internacionais.

O debate legislativo continua, mas os sindicatos já antecipam que a disputa passará do Congresso para os tribunais se a reforma se tornar lei.

Source link

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui