Senador Nacional Patrícia Bullrich Utilizou as suas redes sociais para apoiar o Ministro das Finanças, Luís CaputoEm meio à crescente tensão com setor empresarial. O responsável foi criticado após o início de uma polémica, uma vez que as questões-chave não obtiveram apoio das câmaras de comércio. Reforma trabalhista. Através da sua conta na Plataforma X, Bullrich Ele pediu-lhes que não se concentrassem nos benefícios económicos propostos pelo governo nacional.
Na sua publicação, a senadora nacional pediu que o debate legislativo não ofuscasse as conquistas económicas. “Leia na íntegra. “A correção de um artigo não abrange um dos atos jurídicos mais importantes para a criação de uma obra oficial”Um parlamentar escreveu em defesa do ministro. Com esta frase, ele tentou focar na modernização das normas trabalhistas e na luta contra o emprego dos negros.
Bullrich criticou o Kirchnerismo
O ex-ministro também aproveitou para criticar a gestão anterior, sugerindo que era necessária uma reforma para reverter a tendência “A catástrofe dos 43% de informalidade deixada pelo Kirchnerismo”. De acordo com BullrichO corte de impostos cria mais oportunidades para os cidadãos argentinos. No entanto, a ausência de celebrações públicas por parte de organizações representativas das empresas deixou uma mensagem política irada para o partido no poder.
Embora o governo tenha promovido uma agenda de flexibilidade e redução de impostos, há uma agitação crescente à medida que os empresários não se manifestam para apoiá-la. Reforma trabalhista. O desconforto de Caputo Isto revelou distanciamento político com setores que, em tese, eram mais favorecidos por uma legislação que já havia recebido aprovação do Senado.
Leia completamente. A correção de uma redação não abrange um dos atos jurídicos mais importantes para a criação de uma obra formal.
Com a modernização trabalhista, reduziremos os impostos em até 85% para novos empregos durante 4 anos.
Este é um dos muitos passos para sair dessa… https://t.co/rBrxbF4rm8
– Patrícia Bullrich (@PatoBullrich) 17 de fevereiro de 2026
Reclamação de Caputo sobre dedução de contribuições patronais
Quando a luta começou Luís Caputo Ele expressou surpresa com o silêncio do sector privado sobre a redução de 85% nos encargos de propriedade para novas contratações. O ministro descreveu este aspecto como o mais importante da nova lei. Nas suas redes sociais, o responsável escreveu espantado: “É quase a coisa mais importante do direito… Nenhuma câmera comemora, nada. Não consigo superar minha surpresa!”
Caputo Ele baseou a sua afirmação em relatórios técnicos que mostravam como a reforma reduziria os custos para os empregadores. Segundo o ministro, o regime visa dinamizar o mercado de trabalho, beneficiando sobretudo as pequenas e médias empresas com utilização intensiva de mão-de-obra. A medida garante a continuidade do benefício fiscal por quatro anos.
O partido no poder insiste que a única forma de incentivar o registo de novos funcionários é reduzir o custo do trabalho oficial. O governo espera que o setor privado desista de sua posição junto com as reformas econômicas que estão sendo discutidas na Câmara dos Deputados.



