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Nancy Pazos acorrentou a garganta perante o Congresso contra a reforma trabalhista

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Jornalistas e periodistas realizaram um protesto chocante na Plaza del Congreso do Presidente da Argentina para rejeitar a revogação da lei do jornalista incluída no projeto de reforma trabalhista.

Nesta quarta-feira, o Praça do Congresso Esta é uma cena de forte ação simbólica: Nancy Pazos Correntes e mordaças apareceram na frente Legislatura Como uma maneira Um protesto contra a revogação da Portaria do Jornalismo, a chamada Lei de Modernização Trabalhista, que está em debate no Senado.

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Em seu papel como motorista e presidente do grupo Jornalistas argentinosA manifestação foi liderada por organizações sindicais do setor de imprensa. A ação refere-se especificamente a um capítulo da reforma que propõe remover regulamentações históricas que regem a atividade jornalística na Argentina há décadas..

“Não há jornalismo livre sem lei”

Em conversa com o C5N, após retirar as correntes e a mordaça, Pazos defendeu a medida e questionou duramente o governo nacional.

O jornalismo é o farol da democracia“, afirmou. E acrescentou: “Este governo quer reprimir os jornalistas. Não ficaremos em silêncio. Lutamos não só pela união, mas também pela democracia. Nosso trabalho é informar os cidadãos sobre o que o poder no poder não quer que eles saibam.”.

Os órgãos de imprensa consideram que a revogação do estatuto do jornalista prejudicaria determinados direitos laborais da actividade e afectaria a independência profissional.

Carla GoudesiSecretário-chefe Federação Argentina de Trabalhadores da Imprensa (Phatprene), reivindicou mais de 3.000 trabalhadores, e alertou que a reforma afetaria não apenas os salários, mas também aspectos centrais da prática jornalística.

Como explica, sem um quadro regulamentar próprio, a protecção contra as pressões empresariais ou estatais é diminuída, afectando o direito à informação e a qualidade da democracia.

Debate no Senado e Vigília Sindical

O protesto ocorreu em fevereiro de 2026, quando a Câmara Alta estava em sessão. Com o lema “”.Não há jornalismo livre sem lei”, as organizações mantêm a vigilância para tornar visível um ponto do projeto – segundo elas – quase despercebido na discussão geral, mas que pode modificar seriamente as condições de produção de informação no país.

O Estatuto do Jornalista Profissional, em vigor desde 1944, regulamenta determinados direitos e responsabilidades do setor. A sua eventual revogação tornou-se o machado mais controverso no debate sobre a reforma laboral promovido pelo governo nacional.

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