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“A polícia não tem o direito de fazer greve” política El Intransigente

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Patrícia Bullrich A situação tensa na província foi seriamente analisada Santa Fé Por causa dos protestos de Policiais. Numa entrevista recente, a senadora nacional garantiu-lhe que ela não tem direito à greve. Para ela, a segurança do bairro é primordial diante da pressão desses setores.

A deputada foi muito clara ao explicar porque não apoiava este tipo de coação e garantiu que quem está fardado tem a obrigação de ser diferente dos demais trabalhadores. De acordo com BullrichAs forças de segurança nacionais e regionais devem operar 24 horas por dia.

Bulrich garantiu que o protesto em Santa Fé estava “além da lei”.

O ex-ministro da Segurança descreveu a atitude dos policiais reclamantes como “definitivamente ilegal”. Explicou que este tipo de acções colocam em perigo directo a vida, a propriedade e a liberdade de todas as pessoas que vivem na província.

Neste sentido, o senador nacional enviou uma mensagem de tranquilidade à população relativamente à cobertura de segurança. Afirmou que se um responsável regional decide abandonar o seu cargo, o Estado nacional intervém imediatamente. “Se um policial de Santa Fé sair, haverá um policial federal ou policial federal para cuidar dos cidadãos”.Ele condenou a ordem de garantia.

Reivindicar salários não justifica deserção do serviço

Em conversa com LN+O responsável admitiu que muitos agentes policiais ganham salários inadequados e enfrentam condições de trabalho muito difíceis. Bullrich concordou que era responsabilidade do Estado melhorar a qualidade de vida, a saúde e a habitação dos agentes. No entanto, esclareceram que a situação financeira não lhes permite parar de patrulhar.

A Senadora Nacional foi franca quando disse: “Você nunca deixa o emprego porque o salário não é suficiente”. Bullrich Ele alertou que a polícia tem o direito de pedir para ouvi-lo “O que não se pode é largar o trabalho, porque as consequências são muito graves” Para cada cidadão do bairro.

Por fim, o dirigente deu total apoio ao governo de Santa Fé durante esta crise. Afirmou que o dever básico de qualquer poder é cuidar dos cidadãos e que a abdicação dessa responsabilidade custa vidas humanas.



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