A festa “Eptsein”, planejada para acontecer em uma boate do Cairo em referência ao agressor sexual norte-americano Jeffrey Epstein, foi proibida e seu organizador foi preso, anunciou nesta terça-feira o Ministério de Assuntos Internos egípcio.
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O evento, marcado para terça-feira à noite com entrada gratuita para mulheres, ocorreu em meio a uma tempestade desencadeada pela divulgação, em 30 de janeiro, de um novo conjunto de documentos do dossiê de Epstein.
A noite foi “anunciada sem a obtenção das autorizações necessárias das autoridades competentes”, afirmou o ministério num comunicado de imprensa.
Segundo a mesma fonte, foram tomadas medidas para “impedir a sua captura” e foram instaurados processos judiciais.
O caso começou quando foi publicado nas redes sociais um vídeo em que uma mulher se indignava com a sua divulgação, denunciando a inadequação do acontecimento.
O comunicado de imprensa do ministério é acompanhado por fotografias desfocadas do rosto do organizador preso e por um folheto promocional.
A discoteca, contactada pela AFP através dos dados de contacto desta brochura, alegou não ter nada a ver com esta noite.
Um dos três DJs apresentados no folheto, contactado pela AFP, também negou qualquer envolvimento.



