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A política de Donald Trump A dura defesa de Axel Kisilof pelo acordo de Javier Mili com El Intransigente

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Governador da Província de Buenos Aires,Axel Kisilofflançou uma crítica feroz ao acordo recentemente assinado entre o Governo Xavier Miley e os Estados Unidos. Em entrevista em C5NO presidente garantiu que o documento não era um verdadeiro acordo bilateral, mas sim um “acordo de adesão” assinado por alguém sem negociação de quaisquer benefícios. Argentina.

Kisilof Aproveitou também para refutar declarações oficiais sobre benefícios para o sector agrícola. Eles prometeram vender mais carne EUA Isto é falso, porque esse ponto nem sequer aparece no texto do acordo.

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A nível político, o governador destacou a importância da restauração de poderes Partido de Defesa (PJ). Kisiloff afirmou que é imperativo construir uma alternativa política que devolva a esperança às pessoas que hoje estão deprimidas ou irritadas. O objetivo é trabalhar uma proposta ampla envolvendo governadores, prefeitos e diversos setores sociais para mostrar que “há outro caminho”.

Por outro lado, Kisiloff traçou uma forte distinção entre a sua gestão e a administração nacional em termos de obras públicas. Enquanto Buenos Aires continua com projetos estratégicos como a rodovia Rota 11 e a construção de escolas, o presidente negou a paralisação de mais de 1.000 obras na província de Mili.

Kisiloff defendeu a indústria nacional

Quanto ao modelo econômico, o governador foi categórico ao definir o plano de Miley como um “plano de extermínio” da indústria argentina. Ele criticou o governo nacional por abrir indiscriminadamente as importações, o que destruiria os esforços de gerações de argentinos. Ao Governador, ao Ministro Luís Caputo Atua de forma “antiindustrial” sem promover a produtividade local.

Por fim, compara a relação da Argentina com o mundo sob a liderança do presidente Millay e de figuras como Donald Trump. Questionou a atitude do presidente argentino e pediu-lhe que tomasse o exemplo de países como o Brasil ou o México que protegem a sua dignidade perante os poderes constituídos.

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