O chefe da FIFA, Gianni Infantino, defendeu a escolha do presidente dos EUA, Donald Trump, como o primeiro a receber o prêmio da paz da organização.
Numa entrevista ao meio de comunicação britânico Sky News, ele reconheceu que as reações foram variadas quando o primeiro ganhador do prêmio foi anunciado em dezembro.
Mas Infantino defendeu a eleição de Donald Trump.
“Objetivamente, ele merece”, disse ele. “Não é só o Gianni Infantino que diz isto, uma vencedora do Prémio Nobel da Paz (Maria Machado) também o diz”.
“Ele foi fundamental na resolução de conflitos, salvando milhares de vidas”, acrescentou.
Segundo ele, o slogan “O futebol une o mundo” anda “de mãos dadas” com a questão da paz mundial.
“O que podemos e devemos fazer para ajudar a paz mundial e, por isso, há muito tempo que nos perguntamos se deveríamos fazer algo para recompensar aqueles que estão a fazer alguma coisa”, disse ele aos meios de comunicação britânicos.
Infantino afirmou ainda que pretende rever a exclusão da Rússia das competições devido à invasão da Ucrânia porque “isto não vai a lado nenhum”.
Ele também disse ser contra a ideia de excluir Israel das competições por causa da guerra em Gaza.



