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Política de Luis Barrionuevo Miley El Intransigente critica debate sobre reforma trabalhista

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Secretário Geral, Sindicato dos Trabalhadores em Hotelaria e Gastronomia (UTHGRA). Luis BarrionaoEsta quarta-feira expressou uma Uma forte rejeição para Reforma trabalhista Promovido pelo governo Xavier Miley. Neste quadro, fundou a Confederação Geral do Trabalho (CGT) está preparada para agir se o partido no poder tentar levar adiante o projeto: “Não vai funcionar”, garantiu.

Barrionuevo enfatizou que a CGT manterá uma estratégia baseada na cautela e na preparação técnica. «A experiência diz-nos para esperar, os especialistas da CGT estão a trabalhar, estão a preparar-se a tempo, não precisamos de pressa. A reforma trabalhista tem suas nuances e não creio que vá funcionar“, disse ele no TN.

Na mesma linha, a central sindical acompanhará de perto os movimentos do governo e avisou: “A CGT está atenta e tomará medidas oportunas se o governo tentar removê-la. A CGT levantar-se-á de vez em quando e nesse sentido não devemos apressar-nos nem criar problemas”, reiterou o dirigente sindical.

Prisioneiros da CGT

Em outra parte da entrevista, Luis Barrionuevo esclarece as reformas sobre fissuras internas no sindicato dos trabalhadores e afirma que “não há nada interno na CGT” além de diferenças de opinião entre alguns dirigentes. No entanto, ele opinou que os rumores vindos de alguns setores da política têm como objetivo enfraquecê-los.

Neste quadro, e com o governo no centro da cena, Luis Barrionuevo atacou: “O país de Miley não funciona. O movimento operário está com o governo há dois anos e o nosso poder de compra caiu 15 pontos.

Visão peronista

Por fim, o dirigente abordou o futuro do peronismo e levantou a necessidade de substituição tendo em vista as eleições de 2027. “Estamos preocupados com a falta de trabalho, com o quão mau está o país. Por isso, queremos uma alternativa e vamos consegui-la. Em 2 anos, em 2027, está em jogo todo o poder do país: os autarcas, as províncias e o país”, afirmou.

Nesse sentido, Luis Barrionuevo propõe restaurar a liderança e remontar o eleitorado: “Precisamos fazer com que o eleitorado se apaixone novamente por gente nova. Há bons gestores e governadores com experiência.



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